sábado, 6 de junho de 2009

Bairro da Várzea

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO
DISCIPLINA: HISTÓRIA DA CULTURA
PROFESSOR: SEVERINO VICENTE DA SILVA
CURSO: TURISMO / 1º PERÍODO/ TARDE








BAIRRO DA VÁRZEA








GRUPO:
BRUNA BARBOSA,
EDUARDA MATIAS,
GABRIELA BARROS,
MARÍLIA VIDAL,
MAYRA RIBEIRO






Sumário:
Do poeta Joaquim Cardozo
Introdução
1. História da Várzea
1.2- Usina São João da Várzea
2. Igrejas da Várzea
2.1- Igreja de Nossa Senhora do Rosário
2.2- Igreja de Nossa Senhora do Livramento
3. Casarões da Várzea
4. A Várzea atualmente
5. Arquidiocese de Olinda e Recife
6. Universidade Federal de Pernambuco
6.1 História
6.2 UFPE hoje
7. Oficina de cerâmica Francisco Brennand
7.1- Francisco Brennand
8. Instituto Ricardo Brennand
8.1Castelo
8.2- Pinacoteca
8.3- Biblioteca
Bibliografia






Do Poeta Joaquim Cardozo:


A Várzea tem cajazeiras...
Cada cajazeira um ninho
Que entre o verde e o azul oscila;

Em redes de ramos verdes
Me estendo como um caminho,
Me espreguiço dessa várzea,
E me embalo desse ninho.



INTRODUÇÃO

O nosso grupo ficou responsável por pesquisar detalhes de um bairro tão rico em historia e cultura que é a Várzea. Um bairro de pouco crescimento estrutural, entretanto que “abriga” em seu circulo um grande acervo cultural e estudantil.
Nossa pesquisa foca os principais pontos turísticos, detalhes do bairro, população, histórico, para que possamos ir desvendando aos poucos cada pedaço desse grande Recife.


História da Várzea:

Suas terras foram as primeiras a serem repartidas entre os colonos portugueses que iniciaram a povoação de Pernambuco, na 1ª metade do século XVI.
A várzea do Capibaribe foi escolhida para o plantio de cana-de-açúcar. O 1º engenho do lugar foi o Santo Antônio fundado nos primeiros anos da colonização por Diego Gonçalves, e o que ficaria mais conhecido foi o Engenho São João. As terras eram férteis, com água em abundância e logo os engenhos se multiplicaram.

Por volta de 1630, a Várzea do Capibaribe tinha 16 engenhos de açúcar em plena atividade. Na parte mais central das terras, à margem direita do rio, foi-se formando uma povoação, o povoado teve crescimento rápido e virou uma Freguesia sob a invocação de Nossa Senhora do Rosário. Em 1746, a Freguesia da Várzea contava com 2.998 habitantes, 18 capelas, 11 engenhos em atividade e 4 de fogo morto..

No final da 1ª metade do século XIX, com o comércio crescendo no Centro do Recife, esses engenhos antigos, incluindo o São João, foram transformados em celeiros da cidade, com plantio de alface, feijão e frutas, além da cana. A povoação da Várzea virou uma disputada colônia de férias. As águas cristalinas do rio atraíam recifenses que vinham de todas as partes da cidade. Esses banhos (que diziam ter poder de cura) movimentaram a localidade até 1880, quando teve início a poluição do Capibaribe e a colônia de férias perdeu força.

1.2- Usina São João da Várzea:

Era São João da Várzea uma usina de médio porte. Em 1914 dispunha a usina de 11 km. de estrada de ferro, sete tanques para álcool e uma produção de 70.000 toneladas de açúcar. Em 1929, com a morte do seu fundador( Francisco do Rego Barros de Lacerda), a usina passa a ser dirigida por sua viúva, D. Maria da Conceição do Rego Barros Lacerda, que, em 1933, apresenta uma produção de 37.853 sacos (60kg.) de açúcar, tendo, no ano seguinte, transferido a sua propriedade para os irmãos Ricardo Lacerda de Almeida Brennand e Antônio Luís de Almeida Brennand, proprietários da usina Santo Inácio. A Usina São João da Várzea continuou em atividade até o ano de 1943, quando veio encerrar sua produção de açúcar e álcool, passando as suas terras destinadas a outras atividades industriais. Naquela extensa área, antes ocupada secularmente pelos canaviais dos primitivos engenhos e mais recentemente da primitiva usina, foram construídas cerâmicas, bem como fábricas de azulejos, de porcelana, de vidros, siderúrgica e outras unidades do Grupo Brennand.

Segundo o historiador Pereira da Costa (Arredores do Recife), “na freguesia da Várzea, no Engenho São João, que em 1645 se discutiram os planos de revolta contra os holandeses”. No período da guerra da restauração (1645-1654), funcionou na freguesia da Várzea “toda a governança e mecanismo oficial da capitania de Pernambuco”.


2. Igrejas da Várzea:

Na praça matriz da Várzea encontram-se duas igrejas a de Nossa Senhora do Rosário ao centro e a igreja de Nossa Senhora do Livramento.
2.1- Igreja de Nossa Senhora do Rosário:

A primeira capela da Várzea dataria de 1612, hoje Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário. Nela foi sepultado, em 1648, Dom Antônio Felipe Camarão, governador dos índios e que se destacou nas lutas para a expulsão dos holandeses na capitania de Pernambuco. Na sacristia da igreja, escavações recentes desenvolvidas sob orientação do departamento de Arqueologia da UFPE, foi encontrado o cemitério das vítimas das duas Batalhas dos Guararapes (1648 e 1649).

Em 29 de Novembro de 1859, Dom Pedro II visitou a Várzea para se inteirar desse novo sítio histórico e concedeu à Matriz o título de “Imperial Matriz de Nossa Senhora do Rosário da Várzea”, com direito de levar a coroa imperial na fachada.

A igreja matriz da várzea passou por reformas, entre 1868 e 1872, nada restando da primitiva capela de Nossa Senhora do Rosário.

2.2-Igreja de Nossa Senhora do Livramento:

A igreja pertencia a uma irmandade de homens escravos. Apesar do belo frontispício, que conserva suas características primitivas, não está em perfeitas condições e por dentro já foi toda restaurada. Possui ainda um prédio de dois pavimentos no qual funcionou o seminário da Várzea, hoje apenas serve de morada para os padres.

3. Casarões da Várzea:

Vários casarões chamam a atenção para o bucolismo da Várzea dos nossos dias, salientando-se dentre eles o que serve de sede ao Educandário Magalhães Bastos, no final da Rua Francisco Lacerda. Construído em 1897 por Napoleão Duarte, o prédio destinava-se, segundo placa comemorativa, ao "Asilo da Infância Desvalida, de ambos os sexos, fundado e pelo Com. Antônio José de Magalhães Bastos, comerciante que foi nesta cidade".

Há também o Instituto Santa Maria Mazzarello, fundado em 29 de março de 1938 e ainda hoje funciona no mesmo endereço. No início era uma escola para crianças filhas dos operários da fábrica ao lado (hoje, TELEMAR) e acolhia essas crianças em gratuitamente em regime de semi-internato. Logo surgiu um ensino noturno para jovens operários, domésticas, um jardim de infância e um ginásio industrial. Porém gradativamente foram extintos esses ensinos com a implantação do 1º grau fundamental e os ensinos médios de 1º e 2º graus.

Um outro casarão que hoje encontra-se as ruínas é o antigo hospital Odontológico Magitot, que de acordo com a arquiteta Terezinha Pereira está com uma proposta desde 2008 para ser restaurado e transformado em um centro cultural.


4. A várzea Atualmente:

A Várzea é o segundo maior bairro em extensão territorial do município, ocupando uma área de aproximadamente 2.260 hectares, com uma população de 64.512 habitantes, que, de acordo com o IBGE tinham uma renda mensal de em torno de R$ 700,00. Em 1746 essa freguesia podia contar com 2.998 habitantes, 18 capelas, 11 engenhos em atividade e quatro de fogo morto (ou seja, desativados), o que nos revela como a população cresceu. O bairro integra a quarta região político-administrativa do recife (RPA-4) se localiza a oeste da cidade do Recife, fica entre os bairros do Curado, Cidade Universitária, Iputinga e Caxangá. A Várzea é bastante arborizada, cortada pelo rio Capibaribe, não apresenta muitos edifícios, a residência em sua maioria são casas e os poucos prédios que tem geralmente são de até seis andares. Essa "arrumação" arquitetural proporciona benefícios aos moradores, pois tem melhor passagem do ar, sendo, portanto um dos bairros com o clima mais agradável.

O comércio é bastante estático, ou melhor, não tem muito crescimento, é um comércio muito artesanal, iniciado pela própria população local em busca de renda para sustentar a família. Apesar de o comercio não esta em crescimento, a Várzea é palco de grandes atividades culturais, é na Várzea que se encontra o Instituto Ricardo Brennand (com um acervo de peças medievais); O ateliê de Francisco Brennand (que retrata esculturas em argila); o Conservatório da Várzea; a Igreja de Nossa Senhora do Rosário (datada de 1612); a Arquidiocese de Olinda e Recife (criada em 15 de julho de 1614), além de outros pontos como a sede da Oi e a Companhia Industrial de Vidros (CIV), uma empresa que é um exemplo de sucesso, pois é responsável pela geração de vários empregos diretos e indiretos, não só em Recife, como em Vitória, Salvador e Fortaleza, locais onde possui fábrica.

Apesar de possuir grandes centros culturais, bastante conhecidos, a praça pública da Várzea é um grande palco para eventos promovidos pela população local, ou ate mesmo outros trazidos por autores em descobrimento. Sendo assim, sede de grandes amostras culturais.

Além de possuir toda essa estrutura, a Várzea ainda é privilegiada pela sua localização. O bairro se encontra muito próximo a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), como também o Centro Federal de Educação de Pernambuco (CEFET-PE), e a Universidade Rural de Pernambuco (UFRPE), sendo assim, ela consegue abrigar vários estudantes que vem de outros estados, municípios em busca de uma melhor formação, e estadia. Por isso, o transporte é bastante eclético, para que se possa atender a demanda que existe; pois é a Várzea o local onde se encontra grandes terminais integrados, como o de TI Camaragibe, TI Macaxeira, TI Barro e TI Caxangá nessa área é o mais utilizado.

5. Arquidiocese de Olinda e Recife.

A delimitação feita para atender a necessidades peculiares em um território (prelazia territorial) ou de um grupo de fiéis (prelazia pessoal), São similares às igrejas particulares e, como estas, têm fiéis, clero e pastor próprio. A de Pernambuco foi criada em 15/07/1614 pela Bula "Fasti noviorbis" do Papa Paulo V. O Papa Urbano VIII com a Bula "Romanus Pontifex" do dia 06/07/1624 a constituiu sufragânea(são dioceses) da então Diocese de São Salvador da Bahia. O Papa Inocêncio XI, no dia 16/11/1676, pela Bula "Ad sacram Beati Petri sedem" a elevou como diocese, denominando-se Diocese de Olinda. Em 05/12/1910 foi elevada à Arquidiocese e Sede Metropolitana pelo Decreto da Sagrada Congregação Consistorial. Pela Bula "Cum urbs Recife" do Papa Bento XV de 26/07/1918, passou a denominar-se Arquidiocese de Olinda e Recife, que encontra-se na Av. Afonso Olindense, 1764 Várzea - Recife – PE.

A Arquidiocese (Diocese de um Arcebispo ,onde ele próprio, um bispo, ou um patriarca tem total jurisdição na diocese,ou seja, tem o direito de julgamento limitado ao seu território) de Olinda e Recife (Archidioecesis Olindensis et Recifensis) é uma circusncrição eclesiástica da Igreja Católica no estado de Pernambuco. Pertence ao Conselho Episcopal Regional Nordeste II da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. A sede arquiepiscopal se encontra em Olinda, onde se encontra a Catedral; contudo, no centro histórico do Recife, localiza-se a Concatedral de São Pedro dos Clérigos.

6. Universidade Federal de Pernambuco.

6.1- História


A história da Universidade Federal de Pernambuco tem início em 11 de agosto de 1946, data de fundação da Universidade do Recife (UR), criada por meio do Decreto-Lei da Presidência da República nº 9.388, de 20 de junho de 1946. A UR reunia a Faculdade de Direito do Recife, a Escola de Engenharia de Pernambuco, a Faculdade de Medicina do Recife, com as escolas anexas de Odontologia e Farmácia, a Escola de Belas Artes de Pernambuco e a Faculdade de Filosofia do Recife.
Passados 19 anos, a Universidade do Recife é integrada ao grupo de instituições federais do novo sistema de educação do País, recebendo a denominação de Universidade Federal de Pernambuco, autarquia vinculada ao Ministério da Educação.
Em 1948, começa a construção do campus universitário. A discussão sobre a localização da obra foi iniciada um ano antes. Entre os lugares cogitados, estavam terrenos nos bairros de Joana Bezerra, Santo Amaro e Ibura, a área da Faculdade de Direito, no Centro do Recife; e um loteamento na Várzea, mesmo espaço onde antes funcionou o Engenho do Meio e hoje está a UFPE. Essa escolha ocorreu em razão de existir uma avenida projetada para o local. Também foram consideradas as condições climáticas e a topografia do terreno.

Os recursos usados na aquisição e implantação do campus universitário foram provenientes do Governo do Estado, que alocou 0,10% dos impostos de vendas e consignações para a edificação do projeto. Os primeiros prédios construídos no campus foram o Broteiro, espaço destinado à criação de animais, que ficou localizado na área onde atualmente estão o Departamento de Nutrição e o Centro de Ciências da Saúde. A concepção do projeto arquitetônico do campus foi do arquiteto veneziano Mário Russo.

O primeiro reitor da universidade foi o professor Joaquim Ignácio de Almeida Amazonas, que também ocupou o cargo de diretor da Faculdade de Direito. Amazonas desempenhou a função de reitor por 12 anos.

6.2- UFPE Hoje

Segundo avaliações dos Ministérios da Educação (MEC) e de Ciência e Tecnologia (MCT), a Universidade Federal de Pernambuco é uma das melhores universidades do País, em ensino (graduação e pós-graduação) e pesquisa científica, sendo a melhor do Norte-Nordeste. As avaliações levam em consideração, para a graduação, os índices de desempenho dos alunos no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), a estrutura das instituições e o investimento em professores e nos cursos, reunidos agora no Índice Geral de Cursos (IGC) e da titulação e produção científica dos professores da pós-graduação – pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), estas duas avaliações do MEC. No caso da pesquisa, o resultado do Censo 2006 do Diretório dos Grupos de Pesquisa no Brasil, realizado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), do MCT, mantém a UFPE entre as dez melhores universidades do País em ensino e pesquisa, em termos qualitativos e quantitativos dos grupos de pesquisa. A Universidade tem um total de 387 grupos de pesquisa certificados.


7. Oficina Cerâmica Francisco Brennand:

A oficina surge em 1971, nas ruínas semi-abandonadas da Cerâmica São João da Várzea, empresa fundada pelo pai de Francisco Brennand em 1917 e desativada em 1945. Na empresa do seu pai, eram produzidas telhas e tijolos, depois de desativada, Francisco Brennand resolveu aproveitar os enormes galpões para instalar seu ateliê/oficina. As terras se encontravam no Engenho Santos Cosme e Damião, no bairro histórico da Várzea, e cercada por remanescentes da Mata Atlântica e pelas águas do Rio Capibaribe, distando 16 km do centro da cidade do Recife.

A Oficina Cerâmica Francisco Brennand é ao mesmo tempo oficina e museu. Cercados por jardins encontram-se exposições permanentes representadas por murais, esculturas e painéis, cerca de 2.000 peças de grande e médio porte. Um lugar único no mundo, a oficina constitui-se num conjunto arquitetônico monumental original, onde a obra se associa à arquitetura para dar forma a um universo dionisíaco, subterrâneo, sexual e religioso. A forma como são modeladas as esculturas é excelente, a queima é realizada em forno de alta temperatura (1.400 Cº), combustão a óleo.

Em dezembro de 2003, Brennand inaugurou o espaço “Accademia”. Trata-se de um pavilhão construído, especialmente, para expor desenhos, pinturas e peças cerâmicas de pequeno porte. Na Academia estão expostos mais de 200 trabalhos feitos ao longo de quase 60 anos e é onde o artista se revela um grande colorista, um cultivador do erotismo requintado e um desenhista e pintor de primeira.


7.1- Francisco Brennand :

Francisco de Paula Coimbra de Almeida Brennand, nasceu no Estado de Pernambuco, na Cidade do Recife em 1927. Após completar os estudos colegiais, Brennand teve o incentivo da família para cursar a Faculdade de Direito e suceder o pai na direção dos negócios da família. Desistiu, no entanto, e dedicou-se à carreira artística

Conquistou o 1º Prêmio no Salão de Pintura no Museu do Estado de Pernambuco em 1947 e em 1948. Começou a trabalhar intensamente realizando exposições de pintura e cerâmica em vários museus e galerias de todo o país. Executou vários murais em edifícios no Recife, deixou sua marca registrada nos espaços do Shopping Center Recife, no Marco Zero, em 1958 inaugura o mural do Aeroporto Internacional dos Guararapes, etc.

Francisco Brennand já expôs sua arte em diversas cidades brasileiras e em muitos países: Recife, Salvador, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Brasília, Olinda, Natal, João Pessoa, Manaus, Curitiba e nos Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha, França, Espanha, Bélgica, Itália, Suíça, Uruguai e Venezuela. A obra de Francisco Brennand consta de livros, filmes, artigos, entrevistas etc.


8. Instituto Ricardo Brennand:


É um complexo formado pelo castelo, pinacoteca e biblioteca voltado à preservação da arte e da cultura. O instituto foi fundado em 2002 com o objetivo de levar aprendizado a grandes parcelas da população.

8.1- Castelo:

O Museu de Armas Castelo São João, reúne a mais importante coleção de armas para caça e armaduras das mais diversas origens e épocas, cobrindo um espaço de tempo entre os séculos XV e XXI, provenientes da Europa, Ásia, América e África.

Essas obras de arte estão reunidas em coleções de Pintura, brasileira e estrangeira, Armaria, Tapeçaria, Artes Decorativas, Escultura e Mobiliário.


8.2- Pinacoteca:

A pinacoteca do Instituto Ricardo Brennand foi inaugurada em setembro de 2002 com a exposição internacional “Albert Eckhout Volta ao Brasil 1644-2002”. Atualmente o IRB está em cartaz com as mostras: “Frans Post e o Brasil Holandês”, “Paisagem Brasileira do Século XIX” e “O Julgamento de Nicolas Fouquet”.

O Instituto Ricardo Brennand coloca Pernambuco no roteiro das grandes exposições Nacionais e Internacionais. Com 1200 m², o salão expositivo tem capacidade de receber até duas mostras simultaneamente e conta com equipamentos de alta tecnologia para preservação de umidade, temperatura, luminosidade e segurança. Além do espaço expositivo, a Pinacoteca do Instituto Ricardo Brennand é composta por foyer, auditório com capacidade para 100 pessoas, banheiros, reserva técnica, loja, cafeteria, biblioteca e sala do conselho (reservada para eventos).

8.3- Biblioteca:

Projetada para reunir mais de cem mil volumes, detém atualmente um acervo próximo dos 20.000 itens: entre livros, opúsculos, periódicos, partituras, discos, fotografias, álbuns iconográficos e obras raras, em fase inicial de processamento.

A coleção de Obras Raras abriga obras do século XVI ao XX, dificilmente encontradas em outras bibliotecas ou arquivos. O tema principal dessa coleção são livros sobre o Brasil, escritos por viajantes do século XVII ao XIX, e livros escritos no período colonial e imperial, obras de grande interesse para a pesquisa histórica, artística, cultural, política, de costumes, de história natural, etc.

Bibliografia:
http://www.brennand.com.br/
http://www.ceramicanorio.com/
http://www.viagemdeferias.com/
http://www.recifediaenoite.hpg.ig.com.br/
http://www.ufpe.com.br/
http://www2.uol.com.br/JC/_2000/1802/cd1802q.htm
http://www.pe-az.com.br/subsecao_ler.php?id=MjQw
http://pt.wikipedia.org/wiki/V%C3%A1rzea_(bairro_do_Recife)
http://www.fundaj.gov.br/notitia/servlet/newstorm.ns.presentation.NavigationServlet?publicationCode=16&pageCode=320&textCode=942&date=currentDate
http://www.inst-mazzarello.com.br/web/imp_hist_varzea.asp
http://andreabrelaz.blogspot.com/2008_04_20_archive.html

2 comentários:

Marcos Aurelio disse...

Prof.Obrigado pelo seus ditado populares,ex.falo com o dono dos porcos e não com os porcos,essa frase custou um processo de danos morais no custo de 10.000 mil reais.
E através deste estudo vou provar em juízo que apenas se trata de um ditado popular, que também sei que é sou da bahia,e o cidadão e daqui do rio de janeiro,crendo eu que ele não teve acesso ao ditados populares,além do mais apenas lhe disse trato com os donos dos
porcos e não que cuida dos porcos, creio que não ofendi em maneira nenhuma.MUITO OBRIGADO,PAZ,MUITA LUZ NOS TEUS COMINHO OBRIGADO PELA CARIDADE DO CONHECIMENTO.

J Varela disse...

Prezado Professor, o Sr. saberia informar em q ano foram inaugurados os cemiterios dá Várzea, Tejipio e Barro? Obrigado!